sábado, 14 de fevereiro de 2009

Banho, toalha, cama, caneta, papel (cont.)


- Acalme-se Duda. Nós sempre olhamos a Lua juntos, certo? Nada mudará. Só não estarei mais aqui. Sempre quando sentir-se só, e achar que não tem forças para conseguir o que quer, lembre-se: a Lua é a mesma em todo lugar, querida. Quando a observar, eu estarei observando-a também. Pensando, sempre, em você. A qualquer lugar, a qualquer hora. Eu te amo.

E a beijou na testa e se foi. A única coisa que ela fez foi juntar o máximo de forças que tinha e gritar um "eu te amo". Ele virou, sorriu, e apontou para a Lua.

E agora ela estava ali. Pensando naquele dia, naquele sorriso, naquelas palavras. Mas mesmo com tantos problemas, com tantas coisas, tantas mudanças. Basta lembrar que a Lua sempre irá voltar. Que por mais que os dias sejam duros, à noite, ela sabe que ele está olhando com ela, pensando nela, amando ela. E ela pode sentir ele ali, ao seu lado. Olhando a Lua... todos os dias.

Banho, toalha, cama, caneta, papel

Existe uma menina, que está sentada no balanço, no eixo das duas ruas desconhecidas. Crianças brincam no escorrega à uns sete metros de distância. Ela está sozinha. Não, minto. Ela está com ele. Aquele garoto, aquele incrível garoto, que depois de um dia longo e duro sempre a confortava. Mas a algum tempo, - quatro dias, uma hora, e trinta e dois minutos, para ser mais exata; diz que irá ter de viajar. Ele sente que quando a ver sente coisas no estômago, ele diz que parecem coisas voando. Borboletas. Diz que seu coração fica mais rápido e suas mãos gelam, e ele já não sabe mais como interagir com ela. Ela diz que sente o mesmo, a um longo tempo, e que temia que - quando dissese - acabasse toda aquela coisa estre eles. Ele falou que não pode, que não quer, que não consegue mais ficar longe dela. Mas seus pais irão viajar. Irão para Londres. Sua mãe HIV-positivo precisa se cuidar, de um tratamento profissional, e do melhor, e ele irá junto. Na hora ela chorou. Ele tentou a acalmar: Aí em cima

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Falta do que fazer gera nada a dizer (?)

Olá vocês!
Bem, vocês sabem que eu não estou postando muito por aqui, mas existem problemas, hm? Quem não tem? É, todos tem! E, eu, bem, não estou com muita inspiração. Pois meus sentimentos estão incrivelmente complicados, e eu não sei descrevê-los... E quando eu escrevo, eu tento não mostrar bem estes sentimentos. Talvez por ser um misto de alguma coisa. Mas a partir do momento que eu escrevo, eu traduzo, - ou o que quer que eu faça que seja traduzir - um dos sentimentos que por algum motivo é o que mais está se intencificando dentro de mim. E bem, alguém entendeu? Nem eu entendi.
Mas o que eu quis dizer é que eu tento traduzir essa coisa que está dentro de mim da melhor maneira possivel. Ou não. Eu digo o que eu acho legal dizer. Às vezes...
Você sabe, todo o mundo tem uma fase que não se conhece, que tenta ao máximo, que junta todas as forças pra descobrir o que há dentro de si mas.. nunca encontra. Ou até encontra algum vestígio. Eu, por exemplo, encontrei agora, por este rascunho barato dúvida. Talvez eu esteja confusa e nem sei. Descubrirei. Sinto que descubrirei.